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13 de Agosto | Greve Nacional da Educação

ago 12 2019
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Na tarde do dia 8/08, durante a Assembleia Geral Estadual, realizada no Campus Salvador, a categoria aprovou que a nossa seção sindical vai aderir a Greve Nacional de Educação do dia 13 de agosto.

Com o intuito de assegurar a participação das(os) servidoras(es) no ato, o sindicato protocolou, na última sexta-feira (9/08), um ofício para a Reitoria do Instituto Federal da Bahia que informa sobre a nossa adesão.

Por quê aderir à greve?

Os cortes anunciados pelo MEC em abril já estão inviabilizando o funcionamento de várias Universidades e Institutos Federais em todo o país. Na última semana, por exemplo, a UFMT teve o fornecimento de energia elétrica cortado em vários campi por falta de pagamento. O IFMG está impossibilitado de continuar fornecendo merenda escolar e o IFC de São Francisco do Sul já pode parar de funcionar parcialmente no mês que vem, e estes são apenas alguns exemplos entre dezenas.

Com a implementação de gestão através a das Organizações Sociais (OSs), direcionando a produção acadêmica para fins comerciais e interesses privados, o programa FUTURE-SE – que deveria se chamar “FATURA-SE ou “DANE-SE” se fosse totalmente sincero– vai diminuir ainda mais o financiamento público das Instituições Federais de Ensino e sepultar de uma vez o projeto de uma Educação Pública, Gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.

E a Reforma da Previdência impedirá a aposentadoria diferenciada das(os) educadoras(es) e impedirá o acesso das(os) trabalhadoras(es) à seguridade social.
O governo Bolsonaro encarna o neoliberalismo em sua versão mais brutalizada: o neofascismo.

Diante da crise do capital, a iniciativa bolsonarista não se contenta em recompor as estratosféricas margens de lucro dos capitalistas no Brasil ao custo de privar a esmagadora maioria da população de direitos trabalhistas e previdenciários, é preciso, segundo eles, avançar na desconstrução do pouco avanço progressista alcançado nos governos de centro-esquerda.

Bolsonaro e sua base pretendem um reenquadramento do Estado brasileiro em seus marcos pré 1988, e todos os avanços da sociedade brasileira após o fim do regime civil-militar de 1964 são considerados por este governo uma grande catástrofe.
O negacionismo histórico e científico, a censura às artes e à educação representam muito claramente a concepção obscurantista e perversa que orienta este governo na condução das decisões que impactam diariamente na vida de cada brasileira(o).
Para avançar na sua cruzada pessoal contra os direitos dos pobres, Bolsonaro e sua base elegeram os serviços públicos como alvo prioritário de seus ataques, afinal, é através dos serviços públicos que os direitos das pessoas deixam de ser abstrações legais e discursivas e transformam-se em ser ações concretas e transformadoras da vida.

É preciso registrar que entre todos os serviços públicos a educação tornou-se o inimigo nº 1 do governo Bolsonaro, e o motivo é muito simples: juntamente com os sindicatos e movimentos sociais/populares, a militância da educação pública é uma das maiores forças de resistência à destruição implementada por este governo.

MATERIAIS DISPONÍVEIS

Para fortalecer a divulgação, a nossa seção sindical custeará a impressão das faixas para os campi do IFBA. Vale a pena salientar que as(os) responsáveis pela confecção devem apresentar nota fiscal da gráfica para solicitar restituição ou entrar em contato com o sindicato através do e-mail sinasefeba@uol.com.br para que o setor financeiro possa efetuar o pagamento.

Baixe aqui a faixa oficial da Greve Nacional de Educação.

Baixe aqui a faixa Fora, Bolsonaro!

Baixe aqui a faixa Pela posse da reitora eleita.

Em defesa da Educação, o SINASEFE convoca: todas e todos à Greve Nacional da Educação de 13 de agosto!

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