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Novembro Negro 2021 | Projeto Yabás – As Pretas Falam recebe historiadora e neta de Lélia González em live que acontece hoje (22)

nov 22 2021
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O projeto Yabás – As Pretas Falam, contemplado pelo edital Novembro Negro 2021 do SINASEFE-IFBA, realizará uma live hoje (22), às 20h, no canal do Youtube do Ecoa Mulheres.

A iniciativa propõe um espaço de diálogo, reflexão, celebração, de aquilombamento e luta antirracista por meio da troca de conhecimentos e experiências entre as mulheres para que a mudança social que tanto almejamos aconteça a partir do protagonismo e do empossamento feminino que marca o NOVEMBRO NEGRO 2021 – da Gestão Maria Felipa do SINASEFE- IFBA.

Neste encontro, contaremos com a presença da historiadora, criadora do Projeto Lélia González Vive e neta da homenageada, Melina Lima; da coordenadora de comunicação do SINASEFE-IFBA, Fátima Santiago; e das estudantes do Instituto Federal da Bahia, Júlia Vitória e Ana Lúcia Guia. A mediação será realizada por Regina Célia Rocha, Itana Santana, Jaíne Santos, Rosane Jovelino e Daniele Damasceno. Quem assina a coordenação do evento é Jaci Lara Oliveira e Alexandra Vieira.

O Projeto Lélia González Vive desenvolve um trabalho que disponibiliza gratuitamente os escritos da intelectual brasileira, reconhecida em todo o mundo, a fim de tornar acessível suas ideias. Houve um lapso temporal no reconhecimento de Lélia pelas(os) intelectuais e academias no Brasil, fato citado por Angela Davis que afirma ter Lélia González como uma fonte de conhecimento e inspiração. Lélia ocupou espaços nunca antes ocupados por mulheres negras. Foi uma mulher revolucionária e feminista negra, graduada em História e Filosofia, atuou na rede pública e lecionou as disciplinas de Antropologia e Cultura Popular Brasileira na PUC-RJ, onde também foi coordenadora do Departamento de Sociologia e Política, tendo difundido o conceito de AMEFRICANIDADE. Também foi indicada para o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), participou do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras (IPCN-RJ), do Movimento Negro Unificado (MNU) e do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras.

 

 

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